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Copas · Arcanos Menores

Dois de Copas

O naipe · Copas

apego, o que você sente antes de conseguir explicar

Onde ela se situa

Duas coisas se encontram. Ou formam um par, ou travam, e de fora, por um tempo, um caso parece igual ao outro.

Como este naipe se comporta

Lento e amplo. Copas não respondem sim ou não; dizem o quão fundo aquilo vai.

Leve para uma leitura

Amor

Duas pessoas específicas, frente a frente. O que você sente é o próprio encontro, não uma promessa sobre o depois. Diga em voz alta o que você quer da outra pessoa. O silêncio nesta fase não é mistério. É uma frase que ninguém leu. Se você quer formar o par, diga. Se quer fechar o cadeado, diga também.

Tirei Dois de Copas sobre esta relação. O que está realmente travado?

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Trabalho

Neste momento, o projeto inteiro é você e mais uma pessoa. O trabalho passa pelos dois e por mais ninguém. Decida qual de vocês dá a palavra final quando discordarem, ou a dupla vira um nó. Faça isso antes de começar, não depois da primeira briga.

Tirei Dois de Copas sobre trabalho. Por onde começo a me mexer?

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Dinheiro

Duas contas, dois nomes, um acordo. Coloque os termos no papel, mesmo que vocês dois sejam próximos. A proximidade é real. Também é real o custo de supor que a outra pessoa quer dizer a mesma coisa que você. Anote quem paga o quê e o que acontece se um dos dois parar.

Tirei Dois de Copas sobre dinheiro. Está mesmo curto ou eu é que tenho medo de gastar?

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Como você está

Você está no momento em que um vínculo está se formando ou se estreitando, e de dentro dele não dá para saber qual das duas coisas. Preste atenção no que vocês de fato fazem juntos, não no que você sente sobre isso. O sentimento fala alto. O comportamento é a prova.

Se Dois de Copas está dando nome a um estado em que estou, devo descansar primeiro ou me mexer primeiro?

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Perguntas

O que o naipe de Copas abrange em Dois de Copas?

apego, o que você sente antes de conseguir explicar Lento e amplo. Copas não respondem sim ou não; dizem o quão fundo aquilo vai.

Dois de Copas é uma carta boa?

Aqui não existem cartas boas ou ruins, só o lado de cada uma em que você está. Direita: Duas coisas se encontram. Ou formam um par, ou travam, e de fora, por um tempo, um caso parece igual ao outro. Invertida: Lento e amplo. Copas não respondem sim ou não; dizem o quão fundo aquilo vai.

De onde vem isto

As 78 ilustrações são do baralho Rider–Waite de 1909, desenhado por Pamela Colman Smith (1878–1951). Mais de setenta anos após a morte dela, ele está em domínio público nos EUA, na UE e no Japão — a marcação de licença de cada arquivo, sem exceção, foi conferida no Wikimedia Commons. As digitalizações originais tiveram a borda externa e a faixa do título recortadas, e receberam uma única camada de tom para combinar com a moldura. A moldura, o banner e o verso das cartas foram feitos aqui. Os retratos dos leitores são pinturas em domínio público — vários painéis decorativos de Mucha (1860–1939), além de Copernicus, de Matejko (1873), The Alchymist, de Wright (1771), e The Crystal Ball, de Waterhouse (1902). As marcações de licença dessas obras também foram conferidas uma a uma no Wikimedia Commons, e depois as imagens foram recortadas e ajustadas no tom para combinar.

O texto desta página é editorial — é a leitura que este site faz da carta, não uma citação de Waite. Os significados divinatórios do próprio Waite estão em The Pictorial Key to the Tarot (1910), que está em domínio público.