Seis coisas que o tarô não consegue responder
Sem um limite declarado, o resto não tem credibilidade. Alguns destes seis estão escritos nas instruções dos leitores; os demais são simplesmente onde o baralho termina. Nenhum deles é um aviso legal.
Uma data específica
Não existe calendário numa carta. Qualquer resposta com precisão de mês foi gerada, não lida. Nenhum leitor pode prometer um resultado, e uma data é exatamente isso — quando perguntam "quando", o leitor diz que a carta não traz nenhuma.
O que outra pessoa está pensando
As cartas que você tirou refletem o seu lado da situação. A escolha da outra pessoa é dela, e fica fora desta tiragem.
Saúde, direito, finanças
Isso exige um profissional habilitado. Os leitores não vão fazer diagnóstico, não vão dar orientação jurídica, não vão dizer o que você deve comprar. O certo é levar a questão a alguém qualificado.
Fatos já definidos
Se você passou, se a pessoa leu: vá lá e confira. Uma leitura aqui só acrescenta uma camada desnecessária de interpretação.
A mesma pergunta pela quarta vez
Três sessões já disseram o que havia para dizer. Se você continua, as respostas vão escorregando para aquela que você queria. O baralho não se desgastou — quem pergunta é que começou a escolher.
Tomar a decisão por você
As cartas podem mostrar a forma da coisa: para que lado ela corre, onde se rompe, quanto custa segurá-la. Apertar o botão cabe a você, e ninguém pode tirar isso de você.